Há paixão na discussão e isto não constrói absolutamente nada. Há de se fazer sim uma revisão no sistema previdenciário dos militares. Há de se acabar com o privilégio da pensão vitalícia de filhas de militares. Há de se acabar com o privilégio dos militares de terem segurança paga pelos cofres públicos. Há de se acabar com o privilégio de moradia subsidiada pelos cofres públicos. Há de se acabar com o privilégio de terem uma justiça militar incorporando-a à justiça federal. Há de se acabar com o mito do trabalho de 24 horas por dia. Há de se acabar com o mito do risco de vida, pois o risco só existe quando em missão de guerra. Mas, é claro, há de se fazer justiça pagando-se-lhe vencimentos justos e proporcionais ao tempo de serviços e de acordo com a patente.
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domingo, 29 de dezembro de 2013
terça-feira, 16 de agosto de 2011
ESTABILIDADE DO POLICIAL
Pena que nós não estudemos neste país. Tomamos ares de especialistas
em tudo e passamos a ditar fórmulas absurdas para resolver problemas, sem
procurar descobrir suas causas reais
para debelar o mal. Com isto, combatemos seus efeitos, não suas causas, e,
assim o mal permanece. Prender criminosos só, não resolve o problema do crime.
O crime só será resolvido se encontradas suas causas, sejam estas debeladas. No
caso das milícias armadas, da qual fazem parte policiais, ex-policiais e outros marginais, uma
das causas, não a única, é a estabilidade do policial, que, sentindo-se seguro no
cargo, utilizam este para perpetrarem
crimes. A segunda, não a última, é o privilégio de usarem armas para o exercício da função. Logo, há de
se limitar, no tempo e no espaço a estabilidade do policial seja militar seja
civil. Para tanto, há de se modificar a legislação para fixar o tempo máximo de
5 (cinco) anos para policial e proibição de porte de arma fora de serviço.
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